
Família aguarda liberação do corpo para sepultamento no Rio Grande do Sul, mais de um mês após o crime na Grande Florianópolis.
Mais de 30 dias após o desaparecimento da corretora de imóveis Luciani Aparecida Estivalet Freitas, a família se prepara para o sepultamento da vítima. A confirmação da identidade ocorreu nesta terça-feira (14), após exame de DNA apontar que o corpo encontrado em um rio, em Major Gercino, pertence à corretora.
Com a identificação concluída, os familiares receberam autorização para retirar o corpo no Instituto Médico Legal (IML). O irmão da vítima esteve em Brusque nesta quarta-feira (15) para dar andamento à liberação. A expectativa é de que o traslado seja feito nos próximos dias até Alegrete, no Rio Grande do Sul, cidade de origem da família.
Luciani desapareceu no início de março, em Florianópolis. Antes disso, parentes estranharam mensagens enviadas por ela com erros incomuns de escrita, o que levantou suspeitas de que outra pessoa pudesse estar utilizando seu celular.
Dias depois, partes de um corpo foram encontradas em Major Gercino, dando início a uma investigação da Polícia Civil para apurar possível ligação com o desaparecimento. Ao longo das apurações, três pessoas foram presas: um vizinho da vítima, a companheira dele e a administradora do condomínio onde Luciani morava, no bairro Santinho.
Segundo a investigação, a principal hipótese é de latrocínio: roubo seguido de morte. Movimentações financeiras realizadas após o desaparecimento reforçaram a suspeita. Compras online teriam sido feitas com dados da vítima, e produtos eram retirados por um adolescente ligado ao grupo.
Objetos pessoais de Luciani, como eletrônicos, também foram encontrados escondidos em um imóvel desocupado do mesmo residencial. A polícia ainda investiga a possível conexão do caso com outro crime violento registrado na região.
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Foto: Reprodução Redes Socias
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