
O cenário era de violência extrema na área externa de uma residência no Planalto Norte catarinense. O corpo de um homem foi encontrado sem vida caído no quintal, apresentando múltiplos ferimentos graves. A poucos metros da vítima, repousava um machado, compondo a cena do crime que chocou a cidade.
O desfecho fatal foi precedido por uma madrugada turbulenta. Gritos, uma discussão acalorada e o som de objetos sendo estilhaçados ecoaram pela vizinhança na noite anterior, antecipando a tragédia familiar.
Dentro da casa, o clima de tensão continuava. O filho da vítima foi localizado trancado em um dos quartos, visivelmente perturbado e murmurando frases sem nexo. Diante da recusa em se entregar e ignorando as ordens de rendição, foi necessário o disparo de uma arma de choque para imobilizá-lo e garantir que a prisão fosse efetuada em segurança.
Já na delegacia, o homem admitiu a autoria do assassinato. Em sua versão, ele alegou ter usado uma faca para golpear o pai, mas a suposta arma branca desapareceu e não foi localizada durante as buscas na propriedade.
O imóvel permanece isolado para o trabalho minucioso da perícia técnica, que buscará reconstruir a dinâmica exata dos fatos e rastrear os detalhes finais do homicídio.
