
Família relembra crime ocorrido há 20 anos enquanto polícia investiga morte com indícios de motivação financeira.
A morte da corretora de imóveis Luciani Aparecida Estivalet Freitas, de 47 anos, em Florianópolis (SC), trouxe à tona uma tragédia antiga da família. Segundo o irmão, Matheus Estivalet Freitas, o pai deles também foi vítima de latrocínio há cerca de duas décadas, na mesma idade da filha.
Luciani desapareceu no dia 4 de março. O sumiço foi registrado dias depois e, em 11 de março, um corpo esquartejado foi encontrado em Major Gercino. A identidade foi confirmada pela Polícia Civil na sexta-feira (13).
As investigações apontam que o crime teve motivação patrimonial. De acordo com o delegado responsável, há indícios de que os suspeitos tentaram obter vantagens financeiras após a morte, incluindo compras feitas pela internet com o CPF da vítima.
Três pessoas foram presas: a administradora da pousada onde a corretora morava, um vizinho e a companheira dele. A família passou a desconfiar da situação ao notar a falta de contato e mensagens com erros incomuns enviadas pelo celular de Luciani.

Ainda não há previsão para a liberação dos restos mortais, que devem ser levados ao Rio Grande do Sul.
Os animais de estimação da vítima também mobilizaram buscas. A cadela Kiara foi encontrada em uma rua na região da praia do Santinho, enquanto a gata Clarinha foi resgatada nas proximidades de uma pousada. Ambos já foram devolvidos à família.
siga @namidianews
Foto: Reprodução/Instagram
#SantaCatarina #PoliciaCivil #Latrocinio #SegurancaPublica #Justica

