
Um policial penal que atuava como diretor do Presídio Masculino de Lages, na Serra Catarinense, foi preso preventivamente durante a Operação “Carne Fraca”, deflagrada pelo Ministério Público de Santa Catarina por meio do GAECO e do Grupo Especial Anticorrupção.
De acordo com a investigação, o servidor público é suspeito de conceder benefícios irregulares a um detento em troca de vantagens pessoais. Entre elas, estariam o recebimento de carnes nobres, como picanha, filé mignon e contrafilé, além de uma suposta relação pessoal com a companheira do preso, o que teria influenciado decisões ligadas à execução penal.
A Secretaria de Estado de Justiça e Reintegração Social informou que o policial penal foi imediatamente afastado do cargo e que acompanha a operação, que apura indícios de corrupção, violação de sigilo funcional e favorecimento indevido dentro da unidade prisional. Também foi instaurada uma comissão para avaliar a gestão do presídio e garantir o cumprimento das normas no sistema prisional catarinense.
Imagem: Reprodução / PCSC
