
Uma pesquisa realizada na Universidade Federal do Rio de Janeiro trouxe esperança para casos de paralisia: cães com lesão na medula espinhal voltaram a se movimentar após tratamento com a polilaminina, uma proteína desenvolvida no Brasil e estudada pela equipe da cientista Tatiana Sampaio.
No estudo, seis animais com paralisia foram acompanhados por cerca de seis meses. Em quatro deles, os pesquisadores observaram recuperação importante dos movimentos. Entre os casos está o de Teodoro, cão que havia perdido os movimentos das patas traseiras e retomou a capacidade de se locomover após as aplicações.
De acordo com os cientistas, a polilaminina funciona como uma espécie de “guia biológico”, ajudando na regeneração das conexões nervosas da medula. Embora o método ainda seja experimental e precise passar por novas etapas regulatórias antes de qualquer teste em humanos, o resultado é considerado um passo promissor nas pesquisas sobre lesões medulares.
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